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Vínculo Materno

  • Foto do escritor: Psicóloga Sandra
    Psicóloga Sandra
  • 2 de mai. de 2021
  • 2 min de leitura




Várias pesquisas constatam a importância das experiências emocionais presentes no vínculo mãe-bebê para a saúde mental da criança. Para tanto, há que se ressaltar que essas experiências podem ser negativas ou positivas, a depender do vínculo que se é estabelecido.

Nesse sentido, verifica – se que existem várias formas da mãe (ou da figura materna) estabelecer o vínculo com seu bebê, podendo ser ausente, presente ou ainda estabelecer padrões de conduta relacionadas aos dois comportamentos, gerando no bebê uma verdadeira confusão na formação do apego.

Dessa forma, considera-se que as mães trazem para sua maternagem figuras de sua vivência como filhas. Essas figuras, portanto, são imagens formadas a partir do que viveram ou ainda a forma como essas vivências foram interpretadas em seu psicológico, acarretando em alguns casos uma imagem idealizada da figura materna tornando a maternagem impossível.

Assim, essas experiências emocionais vividas no passado ou presentes em sua memória, norteiam a relação atual, e, na formação do vínculo, elas podem prejudicar ou favorecer a formação do apego. Além do mais o estudo mostrou que o bebe sente e percebe a forma como sua mãe o trata e esse padrão de comportamento é o que vai determinar o lugar desse bebê no mundo, ou seja, o modo como ele se vê, como percebe o outro e o mundo e sobretudo o modo como irá interagir nesse mundo.

Nesse sentido constamos através das pesquisas que a formação do apego seguro na infância é a garantia para o adulto da sua saúde mental, por outro lado o apego inseguro gera sérios fatores de risco para a saúde mental do adulto em todas as áreas da sua vida, sobretudo, as que envolvem relacionamentos interpessoais. Cabe salientar, todavia, que umas das formas pesquisadas para formar o vínculo satisfatório é educar os filhos através dos fundamentos da Inteligência Emocional em razão de ser eles importantes à formação da mãe como preparadora emocional capaz de conduzir melhor a educação das crianças, levando em consideração a promoção e prevenção da saúde mental dos filhos para a vida adulta.

A partir do que foi exposto, pode-se afirmar que na formação do vínculo mãe-bebê há importância significativa para o adulto e que a maneira como os padrões de comportamento aparecem em seus relacionamentos é uma forma de consertar as falhas estruturadas na formação do apego, contudo, é preciso ainda pesquisar as maneiras que o adulto encontra para sanar essas falhas, como isso se processo a nível emocional e cerebral e, ainda, como a Psicologia pode ajudar esse indivíduo a se estruturar a partir dos recursos que ele dispõe.

 
 
 

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